"Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização."

Walmir Monteiro - Psicólogo.

Psicologia 2009.2

Alunos da Graduação em Psicologia Unime. Itabuna - Bahia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Fatos leis e teorias



Por Ana Cláudia Moura e Élia Regina

Teoria

Uma teoria é um conjunto de conceitos, definições e proposições relacionadas entre si, que apresentam uma visão sistemática de fenômenos especificando relações entre variáveis, com a finalidade de explicar e prever fenômenos da realidade.

Fatos

Para o público desinformado, os fatos contrastam com as teorias. Entretanto, teorias científicas variam em seu grau de certeza desde o altamente improvável até o altamente provável, isto é, existem graus variáveis de evidência e apoio para diferentes teorias, ou sejam algumas são mais razoavelmente aceitáveis que outras.

Papel dos Fatos

O Fato inicia a teoria (uma descoberta pode provocar o início de uma nova teoria)

> O Fato reformula e rejeita a teoria (qualquer teoria é possível de modificação).

> O Fato redefine e esclarece a teoria (situações não previstas ou novas técnicas de pesquisa mais inovadoras).

Leis

Uma "lei" difere de hipotese, teoria ou principio no sentido de que uma lei é uma afirmação analítica, normalmente determinada empiricamente. Uma teoria pode conter uma série de leis ou uma teoria pode resultar de uma determinada lei empírica.

A lei da queda livre dos corpos (Galileu).

A Teoria da Gravitação de Newton (força gravitacional).

LOGO = A lei está contida na teoria. (LCT)

Relatório de Pesquisa



Por Rafael Muniz e Isabela Silva
 

O Relatório de Pesquisa é um documento que mostra como o projeto foi executado, que dados foram coletados e como esses dados foram analisados e que resultados podem extrair deles. O relatório de pesquisa segue uma seqüência metodológica: Introdução – Compilação de dados – Análise e Interpretação dos dados.
A primeira parte do relatório de pesquisa é a Introdução – espaço em que se faz a recapitulação, com regra, um resumo do projeto original, seus objetivos, sua metodologia, suas justificativas e endereçam-se as alterações que se fazem necessária para que a pesquisa possa ser realizada.
A segunda parte – Compilação de dados: deverá trazer os resultados alcançados, sendo necessário e preciso não apenas apresenta-los, mas principalmente ilustra-los (por meio de exemplos) e organiza-los (em tabelas e gráficos).
A terceira parte – Análise e Interpretação dos Dados: nessa etapa será preciso compará-los a outros dados e buscar regularidades internas, além do mais, é importante contrastemos o resultado da nossa pesquisa com os resultados obtidos por outros pesquisadores. Essa comparação é muito importante se quisermos, mais tarde, publicar os nossos resultados. Além da análise e interpretação dos dados, é importante interpretar e investigar a validade dos resultados observados, para que a representatividade da pesquisa seja de validade cientifica.

É importante observar, que no relatório de pesquisa, é praxe reconhecemos as limitações da investigação e identificamos as perspectivas de trabalho futuro. Além do mais, o relatório deverá servir de ponto de partida para outros projetos de pesquisa, aproveitando a experiência já ocorrida, evitando alguns dos erros e quem sabe, chegar a resultados mais consistentes.

Resumo de um Artigo Científico.



Por Sirlene Pereira.

“Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.”



a) Não se constituem em matéria de um livro;


b) São publicados em revistas ou periódicos especializados;


c) Permitem ao leitor, por ser completos, repetir a experiência.


Desenvolvimento


3. O artigo científico pode ser:


a) Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias.
b) Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas etc.


O artigo científico tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos:


• Pré-textual


• Textual


• Pós-textual
a) Parte principal e mais extensa do trabalho deve apresentar a fundamentação teórica, a metodologia, os resultados e a discussão. Divide-se em seções e subseções conforme a NBR 6024, 2003.
b) Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;
c) Resumo em língua estrangeira: versão do resumo na língua do texto;
d) Palavras- chave em língua estrangeira: versão das palavras-chave na língua do texto para a mesma língua do resumo em língua estrangeira; 

Conclusões:


a) As conclusões devem responder às questões da pesquisa, correspondentes aos objetivos e hipóteses;


b) Devem ser breve podendo apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros;






Resenha Crítica



Por Rita de Cássia e Micaele.

Segundo Andrade, resenha é um ‘tipo de resumo crítico, que inclui várias modalidades de textos: narração, dissertação e descrição, acrescentando a capacidade de síntese, interpretação e critica; a linguagem deve estar na terceira pessoa, deve resumir as idéias da obra,avaliar as informações e a forma como expostas e justificar a avaliação realizada; o objeto de uma resenha pode ser um acontecimento, textos, romance, peça de teatro, filme, obras culturais. De acordo com Fioriu e Savioli a resenha pode ser descritiva e Critica. As resenhas cientificas de acordo com Lakatos e Marconi deve seguir determinados passos:Referência bibliográfica,credencias do autor, resumo da obra, conclusão e metodologia da autoria, quadro de referencia do autor, crítica e Indicações do resenhista. A resenha deve, em suma, oferecer subsídios ao leitor para decidir ou não sobre a consulta do original: Deve também, conter todas as informações referentes ao autor e a obra, segundo as normas técnicas (ABNT).Uma resenha critica deve vir acompanhada do aparato técnico que caracteriza um trabalho ou publicação cientifica, que exigem de quem elabora o conhecimento completo da obra, e a capacidade de juízo critico para distinguir claramente o essencial do supérfluo.

Pesquisa Bibliográfica, Descritiva e Experimental



Por Gisele Ferraz e Nadielle Andrade.

O intuito do presente trabalho visa explanar sobre a pesquisa bibliográfica, descritiva e experimental, com o propósito de elucidar e ampliar o conhecimento sobre o assunto sugerido. Sendo assim, serão abordados os conceitos e definições.

Efetuar uma pesquisa bibliográfica faz parte do cotidiano de todos os estudantes e pesquisadores, sendo, pois tarefa que impulsiona o aprendizado. Tem por objetivo principal conhecer as diferentes contribuições científicas disponíveis sobre determinado assunto.

Já a pesquisa descritiva tem por finalidade observar, registrar e analisar os fenômenos sem, entretanto, entrar no mérito de seu conteúdo. Na pesquisa descritiva não há interferência do investigador, que apenas procura perceber, com o necessário cuidado, a frequência com que o fenômeno acontece.

A pesquisa experimental, de um modo geral, representa o melhor exemplo de pesquisa cientifica e dá-se por tentativa e erro podendo ser desempenhada em qualquer ambiente. Para se realizar uma pesquisa experimental é necessário contemplar tais aspectos: o pesquisador precisa manipular ao menos umas das características dos elementos estudados, inclusive criando um grupo de controle, necessita introduzir um ou mais controles na situação experimental e fazer a distribuição aleatória.

Podemos observar que a pesquisa bibliográfica geralmente faz parte da pesquisa descritiva ou experimental, com o intuito de recolher informações e conhecimentos prévios acerca de um problema para o qual se procura resposta.

Técnicas Científicas





Por Evele Almeida e Silveria Nunes.

Deixamos neste trabalho sugestões para procedimentos na apresentação de trabalhos técnico-científicos.


Técnicas cientificas caracteriza-se por a exposição escrita na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se historia a execução de serviços ou de experiências. É geralmente acompanhado de documentos demonstrativos, tais como tabelas, gráficos, estatísticas.

Relatório técnico-científico: É o documento original pelo qual se faz a difusão da informação corrente, sendo ainda o registro permanente das informações obtidas. É elaborado principalmente para descrever experiências, investigações, processos, métodos e análises.

Fase de um relatório: Geralmente a elaboração do relatório passa pelas seguintes fases:

a) plano inicial: determinação da origem, preparação do relatório e do programa de seu desenvolvimento;

b) coleta e organização do material: durante a execução do trabalho, é feita a coleta, a ordenação e o armazenamento do material necessário ao desenvolvimento do relatório.

c) redação: recomenda-se uma revisão crítica do relatório.

Estrutura do relatório técnico-científico:Os relatórios técnico-científicos constituem-se dos seguintes elementos:

Capa, folha de rosto, sumário, resumo, texto, referências bibliográficas

Apresentação gráfica

Modo de organização física e visual de um trabalho, levando-se em consideração, entre outros aspectos, estrutura, formatos, uso de tipos e paginação.
Negrito, grifo ou itálico.






Monografia


Por Nayane Morais e Neudson Cunha.

O sentido etimológico: mónos (um só) e graphein (escrever): dissertação a respeito de um assunto único, portanto é uma dissertação sobre um ponto particular de uma ciência, de uma arte, de uma localidade, sobre um mesmo assunto ou sobre assuntos relacionados. Normalmente escrito apenas por uma pessoa. Trabalho acadêmico que apresenta o resultado de investigação pouco complexa e sobre tema único e bem delimitado. Tendo que obedecer regras da ABNT.


recomenda-se que a monografia tenha entre 30 e 45 páginas (incluindo folha de rosto, tabelas, figuras e anexos). Use espaçamento 1,5 entre linhas e fonte Times corpo 12(para o conteúdo regular da monografia), para citações, notas de rodapé, legendas e paginação, recomenda-se o uso de fonte em tamanho menor e uniforme. É preciso utilizar papel no formato A4 (21cm x 29,7 cm) e o texto deve ser digitado em papel na cor branca no anverso da página. Somente a Folha de Rosto deve ter conteúdo impresso nas duas páginas da folha.

As partes indispensáveis da monografia são: Folha de rosto, resumo, sumario, listas de tabelas, figuras, introdução, desenvolvimento, conclusão, referências bibliográficas e anexos.

Técnica de pesquisa, observação direta extensiva


Por Naylla Crispim e Marcela Del Rey.

A observação direta extensiva se dá através do questionário, formulário de medida de opiniões e atitudes, assim como por meios de técnicas mercadológicas. A organização do questionário se da pela ordenação de perguntas que serão respondidas por escrito pelo entrevistado sem a presença do pesquisador. Desta Forma tal questionário que por vezes é entregue por carta deve constar as informações, a importância e a necessidade desta coleta de dados. Por conter questões, algumas vezes comercial, este envolvimento inicial influencia no retorno dos questionários ao pesquisador esta forma de pesquisa é abrangente, diminui os riscos de distorção, é rápida e econômica. Por outro lado facilita a abstinência de respostas, minimiza o conhecimento sobre o pesquisado não pode ser aplicado em pessoas analfabetas e por se tratar de pesquisa via correspondência ocorre uma porcentagem pequena de questionários enviados. O formulário é fundamental para a investigação social, pois o sistema de coleta de dados é importante para obter informações diretamente do entrevistado. O que caracteriza, o formulário mostra vantagens e desvantagens, ele é utilizado para alfabetizados, analfabetos, a presença do pesquisador é muito importante porque ele pode intervir, orientando, e ajudando nas dificuldades existentes, como também tem lá suas desvantagens que apresenta menos liberdade nas respostas devido a presença do pesquisador, risco de ser distorcer, insegurança das respostas e outras coisas mais. A medida adota uma atribuição de números a objetos, acontecimentos situações de acordo com cada regra, a medida possibilita o conhecimento da quantia recebida, dá e recebe o que é devido, e permite descriminações mais sutis e descrições mais exatas . As atitudes são observadas, são medidas indiretamente por meio de escalas, as atitudes indica uma disposição psicológica alcançada por meio da própria violência que leva a pessoa a reagir de uma certa forma perante os indivíduos. A opinião representa uma posição consciente, manifesta sobre algo ou alguém, pode ser mostrada oralmente dá margem a discussão. Existem também escalas para medir atitudes e opinião sobre os fatos seja lá qual for, é preciso rigor e critério na técnica de pesquisa tão complexa como na observação direta. 

A LEITURA E ANÁLISE DE TEXTO.



Por Andressa Corrêa e Tâmara Suiane.

A leitura é tão significativa que nos motiva ao aprendizado logo nos primeiros anos de nossas vidas. Podemos afirmar que a leitura constitui um fator decisivo, porque, através dela, temos a oportunidade de ampliar e aprofundar os estudos, visto que os textos formam uma fonte praticamente inesgotável de conhecimentos.

Para que a leitura seja eficiente, eficaz e proveitosa, orienta-se dedicada atenção no que se está lendo, caso contrário a leitura será superficial e, portanto, pouco entendida.

Também se faz necessário o domínio de um texto, onde é exigido: avaliação, discussão e aplicação. É preciso questionar a validade do texto, discutir com outras pessoas, porque, às vezes, a opinião de outras pessoas permite a descoberta de pontos importantes que passaram despercebidos durante a leitura, ou então acrescenta informações em alguns aspectos, bastante relevantes. Discutir é também uma forma de melhor analisar e avaliar o que se lê. Para concluir o significado da leitura, devemos fazer aplicação, quando possível, do conteúdo lido. Tal procedimento corresponde ao coroamento final da aprendizagem de um texto absorvido.

Lakatos e Marconi (1992:23) enfatizam que “a análise do texto ou a maneira de estudá-lo depende sempre do fim a que se destina. Os textos de estudo de caráter científico requerem, por parte de quem os analisa, um método de abordagem e certa disciplina intelectual”.

Para efetivar a análise textual, inicialmente o leitor deve ler o texto do começo ao fim, com o objetivo de uma primeira apresentação do pensamento do autor. Não há necessidade dessa leitura ser profunda. Trata-se apenas dos primeiros contatos iniciais, quando se sugere que já sejam feitas anotações dos vocábulos desconhecidos, pontos não entendidos em um primeiro momento, e todas as dúvidas que impeçam a compreensão do pensamento do autor. Após a leitura inicial, o leitor deve esclarecer as dúvidas assinaladas que, dirimidas, permitem que o leitor passe a uma nova leitura, visando a compreensão do todo. Nesta segunda leitura, com todas as dúvidas resolvidas, o leitor prepara um esquema provisório do que foi estudado, que facilitará a interpretação das idéias e/ou fenômenos, na tentativa de descobrir conclusões a que o autor chegou.


PESQUISA BIBLIOGRÁFICA


 Por MARCELO PEREIRA DE MOURA &  VIVIAN MARCELLA.


Conceito: Pesquisa científica é a realização concreta de uma investigação planejada, desenvolvida e redigida de acordo com as normas da metodologia consagrada pelas ciências.

Objetivos: Os cientistas pesquisam com o intuito de promover o avanço da ciência para a humanidade. Já as pesquisas científicas realizadas pelos acadêmicos têm o caráter de redescoberta e conquista para si mesmo. Os estudantes universitários treinam passos no caminho da ciência, devem não só embuir-se do espírito científico, da mentalidade científica, mas também se instrumentar e habilitar-se a trabalhar com critérios da ciência.

Classificação: Podemos dividir a pesquisa científica em três tipos distintos.

a) Pesquisa de Campo: Muito usada em Sociologia, Psicologia, Política, Economia e a Antropologia. Consiste na observação dos fatos tal como ocorrem espontaneamente, na coleta de dados e no registro de variáveis presumivelmente relevantes para análises posteriores.
b) Pesquisa de laboratório: Muito usada em física, química, biologia, nas ciências naturais. Permite que um pesquisador reitere, provoque e produza fenômenos em condições de controle. Experimentar, ou realizar experimentos, significa exercer positivo controle sobre as condições presumivelmente relevantes, relativamente a um determinado evento.
c) Pesquisa bibliográfica: Qualquer espécie de pesquisa, em qualquer área, supõe e exige uma pesquisa bibliográfica prévia, ou como uma atividade exploratória, ou para estabelecer o estado de conhecimento sobre o tema, ou para justificar os objetivos e contribuições da própria pesquisa.

2) Conceito

Bibliografia é o conjunto dos livros escritos sobre um determinado assunto. Pesquisa bibliográfica consiste no exame desse manancial, para levantamento e análise do que já se produziu sobre determinado assunto que assumimos como tema de pesquisa científica. Chamamos de fontes os textos originais, ou textos de primeira mão sobre determinado assunto.

3) Fases da pesquisa de bibliográfica

a) Escolha do assunto: Para escolher o assunto o pesquisador deve ter em vista suas tendências e preferências pessoais, aptidão, tempo, recursos materiais e também deve pensar na relevância do assunto. Constituem-se fontes de assuntos a vivência do próprio pesquisador, as polêmicas e a reflexão. Tão importante quanto a escolha do assunto é sua delimitação. Somente um tema bem delimitado pode ser objeto de uma pesquisa científica. Sugerimos delimitar o assunto a partir de uma leitura exploratória, da determinação da extensão do sujeito e do objeto e da determinação de objetivos.

b) Documentação: Documentação, em pesquisa bibliográfica, é o acervo de textos decisivos para o esclarecimento ou demonstração do problema escolhido como tema pelo pesquisador. A leitura deve ser feita com um propósito de coletar material para resolver determinado problema, deve ser criteriosa e seletiva.
Em primeiro lugar deve-se elaborar um levantamento bibliográfico completo ou o mais completo possível. Para tanto, o pesquisador deverá consultar catálogos, anuários bibliográficos, repertórios bibliográficos gerais e especializados. O pesquisador deverá lançar em fichas cada livro, artigo, documento ou texto relevante a sua pesquisa, mencionando o autor, o título da obra, a seção, o capítulo do livro que interessa mais diretamente (caso não seja livro todo), o número da edição, local e data da edição, nome da editora, data da edição, como no exemplo abaixo:
Elaborado o fichário bibliográfico o mais completo possível, passemos então o plano de leitura: Inicie a leitura e o fichamento pelas obras mais gerais e atuais e depois para as mais específicas e antigas, deixe as fontes para o final.
Devemos então, ler com um propósito definido, isto é, tendo em mente os objetivos da pesquisa. Deve-se fichar, com critério, as passagens mais significativas para demonstração de seu tema. Há duas hipóteses a considerar:
1a. quando documento, texto do livro não é de propriedade do pesquisador: Nestes casos deve-se transcrever se realmente as passagens mais relevantes, nas quais devem constar os seguintes elementos: título e subtítulo no alto à esquerda, indicação bibliográfica completa logo abaixo, com a indicação da página ou das páginas onde se extraiu os textos e a seguir o texto entre aspas.
2a. quando texto pesquisado de propriedade do pesquisador. Pode-se elaborar fichas de simples indicação de passagens, como fichas de resumos pessoais, para manuseio posterior em transcrição direta por ocasião da redação final do trabalho.
Além do registro de passagens importantes em fichas de documentação, o pesquisador deve ir elaborando seu fichário de síntese pessoais, de crítica da documentação, de confrontos e de possíveis lacunas.
c)Trabalho com as fichas e projetos definitivos
Impossível construir algo sem material, entretanto, não basta acumula-lo, é necessário conferi-lo, reestudá-lo e selecioná-lo:
1º) Reler o material na linha das idéias principais e dos pormenores importantes;
2º) Programar novas pesquisas para cobrir lacunas ou para solucionar incoerências;
3º) No caso de repetições, selecionar o mais representativo;
4º) Procurar contatos com professores e especialistas;
5º) Verificar se os objetivos foram atingidos;
6º) Montar projeto definitivo;
7º) Examinar formas de recursos para focalizar aspectos, de modo a tornar clara redação final do texto;
8º) Deixar o rascunho geral e todo o material em perfeita ordem para redação final.

1) Capa
2) Folha de rosto
3) Dedicatória
4) Agradecimentos
5) Epígrafe
6) Resumo
7) Sumário
8) Listas
9) Texto
a) Introdução
b) Desenvolvimento
c) Conclusão
10) Referências bibliográficas
11) Anexos ou Apêndices

d) Redação Final
O pesquisador deve ter nesta fase: o fichário bibliográfico, de documentação, de anotações pessoais e o rascunho geral. De posse desses recursos o pesquisador deve redigir sua pesquisa se orientando pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA


Por Jamile Rebouças e Rafaella Oliveira

Elemento obrigatório e imprescindível da monografia, elaborado de acordo com a NBR 6023. Entende-se por referências o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de documentos, de forma a permitir sua identificação individual. As referências podem ser identificadas por duas categorias de componentes: elementos essenciais e elementos complementares.
Elementos essenciais: São as informações indispensáveis à identificação do documento. Os elementos essenciais são estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo.
Exemplo:
STORINO, Sérgio Pimentel. Odontologia preventiva especializada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1994.
Elementos complementares: São as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos. Alguns elementos indicados como complementares podem tornar-se essenciais, desde que sua utilização contribua para a identificação do documento.
Exemplo:
CRUZ, Ana Maria da Costa; CURTY, Marlene Gonçalvez; MENDES, Maria Tereza Reis. Publicações periódicas científicas impressas: NBR 6021 e 6022. Maringá: Dental Press, 2002.
NOTA –
Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes.
Regras Gerais
Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em seqüência padronizada. As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria, ou de responsabilidade, cujo elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas. Os modelos de referências estão exemplificados na NBR 6023. A seguir, alguns exemplos de referências usadas mais comumente em nossas monografias.
Livro
CURTY, Marlene Gonçalves; CRUZ, Ana Maria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Apresentação de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: (NBR 14724/2002). Maringá: Dental Press, 2002.
Artigo de revista GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico MARQUES, Renata Ribeiro.
Aspectos do comércio eletrônico aplicados ao Direito
Brasileiro. Jus Navigandi, Teresina, a. 6, n. 52, nov. 2001. Disponível em: . Acesso em: 20 set. 2003. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003. RT Legislação.

O Conhecimento científico



Por Raiana e Ellen.

O conhecimento científico é real (factual) porque lida com ocorrências ou fatos, isto é, com toda "forma de existência que se manifesta de algum modo” (Trujillo, 1974:14).

Constitui um conhecimento contingente, pois suas preposições ou hipóteses têm a sua veracidade ou falsidade conhecida através da experimentação e não apenas pela razão, como ocorre no conhecimento filosófico. É sistemático, já que se trata de um saber ordenado logicamente, formando um sistema de idéias (teoria) e não conhecimentos dispersos e desconexos. Possui a característica da verificabilidade, a tal ponto que as afirmações (hipóteses) que não podem ser comprovadas não pertencem ao âmbito da ciência.

Constitui-se em conhecimento falível, em virtude de não ser definitivo absoluto ou final e, por este motivo, é aproximadamente exato: novas proposições e o desenvolvimento de técnicas podem reformular o acervo de teoria existente.

PESQUISAS CIENTÍFICAS



Por Simone Batista


Pesquisa qualitativa A pesquisa tem o ambiente como fonte direta dos dados. O pesquisador mantém contato direto com o ambiente e objeto de estudo em questão necessitando um trabalho mais intensivo de campo. Neste caso, as questões são estudadas no ambiente em que eles se apresentam sem qualquer manipulação intencional do pesquisador.
Pesquisa quantitativa - Está relacionado ao emprego de recursos e técnicas estatísticas que visem quantificar os dados coletados.
Pesquisa etnográfica - Visa compreender, os processos do dia-a-dia em suas diversas modalidades. Aplica métodos e técnicas compatíveis com a abordagem qualitativa.
Pesquisa participante - O pesquisador participa, de forma sistemática e permanente, ao longo do tempo da pesquisa, das suas atividades. 
Pesquisa ação -  A pesquisa de ação, além de compreender, visa intervir na situação, com vistas a modificá-las.
Estudo de caso - Esstudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento. É recomendável nas fases iniciais de uma investigação sobre temas complexos, auxiliando a construção de hipóteses ou reformulação do problema.
Análise de conteúdo - É uma metodologia de tratamento de analise de informações constantes de um documento, sob forma de discurso, pronunciado em diferentes linguagens: escrito, orais, imagens e gestos.
Pesquisa bibliográfica - É aquela que se realiza a partir do registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos impressos, como livros, artigos, teses, etc. 
Pesquisa documental - Quando elaborada a partir de materiais que não receberam tratamento analítico. As fontes, consideradas documentais, podem ser documentos conservados em arquivos de órgãos públicos e instituições privadas, tais como: associações científicas, igrejas, sindicatos etc.
Pesquisa experimental - Toma o próprio objeto em sua concretude como fonte e o coloca em condições técnicas de observação e manipulação experimental nas bancadas e pranchetas de um laboratório, onde são criadas condições adequadas para seu tratamento.
Pesquisa de campo - O objeto/fonte é abordado em seu meio ambiente próprio. A coleta dos dados é feita nas condições naturais em que os fenômenos ocorrem, sendo assim diretamente observados, sem intervenção e manuseio por parte do pesquisador. Abrange desde os levantamentos, até estudos mais analíticos.
Objetivos:
 
Pesquisa exploratória - Busca levantar informações sobre um determinado objeto, delimitando assim um campo de trabalho, mapeando as condições de manifestação desse objeto.
Pesquisa explicativa - É aquela que, além de registrar e analisar os fenômenos estudados, busca identificar suas causas, seja através da aplicação do método experimental/matemático.
Observação direta intensiva (Observação, entrevista, história da vida,  em grupo).
Observação direta extensiva (questionário, formulário, medidas de opinião e de atitudes, análise de conteúdo, testes, pesquisa de mercado.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

FICHAMENTO E RESENHA CRÍTICA


Por Glacyluana Araújo e Wendy Brandão


FICHAMENTO

Registro dos estudos de um livro ou de um texto. É uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato de registrar todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema

TIPOS DE FICHAMENTO

Fichas de leitura: onde se registram informações bibliográficas completas, anotações sobre tópicos da obra.

Fichas de indicação bibliográfica: a indicação de referências bibliográficas é feita segundo normas da ABNT.

Ficha de resumo: redução de um texto a suas idéias principais.

Ficha de transcrição: consiste na reprodução fiel de textos do autor citado.

Ficha de comentário: é uma avaliação da obra, analisando os aspectos quantitativos e qualitativos, sua constituição e conceitos abordados.

A principal utilidade do fichamento é otimizar a leitura.


RESENHA CRÍTICA

É um texto que, além de resumir o objeto, faz uma avaliação sobre ele, uma crítica, apontando os aspectos positivos e negativos. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião.

As características desejáveis para escrever uma boa resenha crítica são:

• Conhecimento completo da obra;
• Competência na matéria exposta e do método empregado;
• Capacidade de juízo crítico distinguindo o essencial do supérfluo;
• Correção e urbanidade, respeitando o autor e suas intenções;
• Fidelidade ao pensamento do autor.

A resenha facilita o trabalho do profissional ao trazer um breve comentário sobre a obra e uma avaliação da mesma.

Processo de Pesquisa em Psicologia


Por Maria da Conceição Caíres e Valéria Rihan


A pesquisa em Psicologia, apesar de se propor a estudar, fenômenos não diretamente observáveis, tais como: pensamentos, sentimentos, vivências, estados emocionais, níveis de inteligência e outros, que estão inseridos dentro do comportamento humano, também atende a todos os critérios da ciência, isto é, baseia suas conclusões em dados objetivos. Assim, como em toda ciência, a pesquisa em psicologia, utiliza-se de métodos científicos rigorosos, procurando entender, descrever e explicar os problemas relacionados ao comportamento humano.
A pesquisa em Psicologia vem se desenvolvendo na base de estudos sérios, de métodos que exigem observação e experimentação cuidadosamente controlada e analisada. Os pesquisadores registram informações obtidas, de maneira acurada e imparcial a partir de várias formas de investigação, nos mais diversos tipos de estudo, e nas mais diferentes fontes de abordagem para coletar dados.
Cada vez mais, pesquisadores de outras disciplinas estão unindo forças com os psicólogos para criar novas abordagens que irá contribuir para os estudos da neurociência e ciência cognitiva, psicologia evolucionista e psicologia cultural. Uma investigação científica nas diversas áreas da Psicologia, como a clínica, educacional, jurídica, publicitária, hospitalar, organizacional, esportiva, e social, segue o mesmo padrão sistemático, cujas vantagens são a clareza na comunicação e sua relativa intolerância a erros.

Sites de Pesquisa na internet


Por Almir Carneiro e Fabíola Dantas


Os sites de pesquisa da internet têm uma grande significância quando o assunto é fazer um trabalho escolar, encontrar noticia na internet enfim, qualquer coisa em que desejemos pesquisar eles são excelentes recomendações em que são feitas para que encontremos o que necessitamos, é essencial que estes sites tenham um mecanismo de busca de palavras e links por toda a internet, utilizando diversos recursos de filtragem e catalogação de resultados.
Na maioria das vezes os métodos de busca, procuram por informações diretas, objetivando assim respostas rápidas de confiabilidade e precisão mais do que qualquer procura realizada com outros sistemas de busca. Em termos de interface o Bing da Microsoft (http://www.bing.com/) já conseguiu um grande destaque. Mas por sua vez o Google, muito além de facilitar a vida do usuário, sua segurança nos possibilita saber que, jamais tenha sido retirado do ar por problemas de utilização, e isso contando que recebe cerca de 200 milhões de consultas por dia. Existem outros inúmeros sites que lideram o rank dos mais visitados como: www.yahoo.com, www.cade.com, www.uol.com.br, e ainda tendo os de outros países como na China é muito usado o www.baidu.com e na Rússia é utilizado o navegador www.yandex.com.

Projeto de Pesquisa.


Por: Leandra Sales e Mahely Dias.


O projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Esta necessita ser planejada com extremo rigor, caso contrário o investigador, em determinada altura, encontra-se-à perdido num emaranhado de dados colhidos, sem saber como dispor dos mesmos ou até desconhecendo seu significado e importância. Em uma pesquisa, nada se faz ao acaso, tudo deve ser previsto no projeto de pesquisa. Desta forma, antes de redigir um projeto de pesquisa, alguns passos devem ser dados. Em primeiro lugar exige-se estudos preliminares que permitirão verificar o estado de questão que se pretende desenvolver sob aspecto teórico e / ou outros estudos e pesquisas já elaborados. Finalmente prepara-se o projeto definitivo detalhado com rigor e precisão metodológico que deve apresentar a seguinte estrutura: apresentação, objetivo, justificativa, objeto, metodologia, embasamento Teórico, cronograma, orçamento, instrumentos e bibliografia.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA


Por Lícia P. Farias, Ana Paula Pinheiro e Liucha Imperial.


O Conselho Federal de Psicologia é uma autarquia de direito público, com o objetivo de orientar, fiscalizar e disciplinar a profissão de psicólogo, zelar pela fiel observância dos princípios éticos e contribuir para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão. A Lei 5.766 que disponibiliza tudo sobre a criação do Conselho Federal de Psicologia e dos Conselhos Regionais de Psicologia. A partir dessa lei define-se que os Conselhos em questão são dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e financeira. Esta lei ainda esclarece em seus artigos as atribuições e funções dos membros dos Conselhos e como devem ser realizadas as eleições para a escolha dos novos componentes. No decorrer desse trabalho, pudemos conhecer como é formado o Conselho Federal de Psicologia, seu regimento, coordenação, setores, conselheiros, etc, Assim, pudemos concluir que é de fundamental importância o que traz o Conselho Federal de Psicologia em conjunto com os conselhos regionais, pois a sua organização, estrutura e fiscalização possibilitam ao Psicólogo um melhor assessoramento, apoio e desenvolvimento de sua profissão.

NORMAS ABNT


Por Célia Serafim
Luana Marinho

Digitação do Documento

Os trabalhos devem ser apresentados de modo legível, através de documento digitado em espaço (1,5) exceto as referências bibliográficas, que devem ter espaço (1), ocupando apenas o inverso da página. Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman, tamanho 12. Tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras.

Alinhamento do Documento

Para efeito de alinhamento, não devem ser usados barras, travessões, e outros sinais gráficos na margem laterais direita do texto..

Margens do Documento

As margens devem permitir encadernação e reprodução corretas.

Margem esquerda e superior: 3.0 cm

Margem direita e inferior : 2.0 cm

Numeração das Páginas do Documento

As páginas devem ser numeradas seqüencialmente a partir da Introdução, em algarismos arábicos, no canto superior direito, sem traços, pontos ou parênteses.

ESTRUTURA

Capa
Errata
Página de Rosto
Ficha Catalográfica
Epígrafe
Dedicatória

Agradecimentos

Sumário
Listas de Ilustrações Lista de Símbolos e Abreviaturas
Resumo em Português
Texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) Para trabalhos de peso acadêmico

Abstract
Anexos e Apêndices
Glossário
Referências bibliográficas

No caso de haver algum documento a ser referenciado, que a Norma não contemple, serão necessárias adaptações que o profissional bibliotecário de sua Unidade ou da Biblioteca Central poderá vir a orientar.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Publicações científicas: Comunicação científica




Por Áquila Nascimento e Carolinne Daltron


A comunicação científica é utilizada para informar ao público em geral e particular sobre novos avanços científicos, ou seja, novas idéias e conhecimentos adquiridos sejam eles a partir de outros jah existentes ou não, tal forma de publicação é vastamente utilizada em congressos, simpósiois, semanas, reuniões, academias, sociedades científicas etc.

Salvador (1980:23) apresenta os seguintes tipos de comunicação: estudos breves, sugestões, textos filosóficos, apreciação, fixação do enfoque, recensão partcular de um livro, crônicas inéditas de congresso seminários etc e breves apreciações.

Quanto sua estrutura a comunicação científica possui três partes organicamente unidas são elas: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.
Deve apresentar ainda uma linguagem rígida obedecendo ás normas básicas de conduta da redação. Salomon (1999:245) apresenta alguns requisitos próprios da divulgação científica: exatidão, clareza, simplicidade, correção gramatical, linguagem objetiva, equilíbrio na disposição e tamanho das partes, emprego da linguagem técnica necessária, evitando-se o preciosismo e a pretensão, apresentação dos recursos técnicos da redação para que a apresentaçãoatinja melhor seu fim.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Documentação direta e indireta, aspectos do trabalho Científico.




Por Letiane Reis e Vanessa Rocha


Documentação indireta

Fazem parte da documentação indireta a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental, que já foram aqui focalizadas.


Documentação direta


A documentação direta abrange a observação direta intensiva e a observação direta extensiva.

Observação direta intensiva: baseia-se nas técnicas de observação propriamente dita e nas entrevistas.

- Modalidades de observação direta intensiva:

Sistemática – quando planejada, estruturada;
Assistemática – não estruturada;
Participante – quando o pesquisador participa dos fatos a serem observados;
Não participante – o pesquisador limita-se a observação dos fatos;
Individual – realizada por um pesquisador apenas;
Em equipe - pesquisa desenvolvida por um grupo de trabalho;
Na vida real – os fatos são observados “ em campo” ou em ambiente natural ;
Em laboratório – os fatos são estudados em salas, laboratórios, ou seja, em ambiente artificial, embora o pesquisador procure, muitas vezes, reproduzir o ambiente real do fenômeno estudado.
Entrevista: A entrevista é uma técnica muito utilizada na pesquisa, nos vários ramos das Ciências Sociais: Sociologia, Antropologia, Política, Serviço Social, Psicologia Social, Jornalismo, Relações Publicas, Pesquisas de Mercado etc.
Embora a entrevista não seja a técnica mais fácil de ser aplicada, talvez seja a mais eficiente para a obtenção das informações, conhecimentos ou opiniões sobre um assunto.
A técnica da entrevista será abordada de forma mais minuciosa, ao tratar-se das técnicas de pesquisa de campo.

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Somos graduandos do 1° semestre de Psicologia da Unime em Itabuna-Ba .